segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O encontro das multidões



Fabiano Xavier



E aconteceu, pouco depois, ir ele à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos e uma grande multidão. E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.  E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: Não chores.  E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam) e disse: Jovem, eu te digo: Levanta-te.  E o defunto assentou-se e começou a falar. E entregou-o à sua mãe. Lc 7:11-15

Jesus arruinou todos os funerais que ele participou, inclusive o dele mesmo.

Observando o texto das escrituras, percebemos que nossos dias não são muito diferentes do acontecimento citado na Bíblia.

Uma grande multidão se forma de um lado, chamado evangélico, que deveria seguir o mestre onde quer que Ele vá (Ap 14:4). Do outro, o mundo, uma multidão que carrega consigo a morte, para um destino certo.

E quando elas se encontram o que acontece? Cristo está à nossa frente manifestando a vida? (Jo 11:25) Deus é glorificado?(1Co 10:31) Ou somente há barulho, marchas, shows, demonstração de poder político? Comércio da fé...?

Bem disse Paul Washer: “Você é realmente um cristão ou apenas faz parte do circo chamado igreja evangélica moderna?”

O cristianismo deve manifestar vida onde quer que ele esteja, pregando a verdade das escrituras, sem apelações, adições, sentimentalismo, falsas promessas, modismos e coisas que só afastam o homem da realidade da cruz. A multidão dos que seguem Jesus se distingue pelos sinais que a acompanham. Mas muito mais que isso, ela leva a vida verdadeira, aprendendo a ser mansa e humilde de coração, trazendo vida onde há morte para que Deus seja glorificado.

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